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Exposição gratuita no Centro do Rio reúne obras de artistas que deixaram o sistema prisional Divulgação Uma exposição gratuita em cartaz no Centro do Rio reúne obras produzidas por artistas egressos dos sistemas prisional e socioeducativo e por seus familiares. A mostra “Coexistir Coabitar” pode ser visitada no Largo das Artes, na Rua Luís de Camões, até 25 de abril. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Ao todo, 27 artistas moradores de diversas favelas e periferias do Rio participam da exposição. As obras abordam temas como território, identidade, memória, fé, sobrevivência e sonho, levando ao circuito cultural do Centro narrativas que, muitas vezes, permanecem fora dos espaços tradicionais de arte. Os trabalhos são resultado de uma residência artística realizada no Museu da Vida Fiocruz. O curso foi voltado para pessoas que passaram pelo sistema prisional ou socioeducativo e seus familiares, articulando arte, saúde e justiça social. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Ao longo da formação, a criação foi trabalhada como ferramenta de escuta e reconstrução de trajetórias, considerando a saúde em sentido ampliado — como dignidade, acesso a direitos e bem-viver. A proposta integrou prática artística, convivência e debates sobre encarceramento, desigualdade e políticas públicas. A ideia foi fortalecer a arte como espaço de elaboração das próprias histórias e de produção coletiva de novos imaginários. Com diferentes linguagens, como pintura, performance e vídeo, a exposição apresenta trabalhos que partem de experiências pessoais e transformam vivências individuais e coletivas em expressão artística. Ao ocupar o Largo das Artes, no Centro, a mostra também promove um encontro simbólico entre territórios historicamente marginalizados e o circuito cultural da cidade. Exposição gratuita no Centro do Rio reúne obras de artistas que deixaram o sistema prisional Divulgação Para o curador Jean Carlos Azuos, a exposição nasce das condições concretas de vida dos participantes. “As obras não partem de temas dados, mas de experiências reais. Arte, justiça social e saúde ampliada atravessam os processos de criação e se tornam matéria e linguagem”, afirma. Além da visitação, a programação inclui atividades educativas, como visitas mediadas, oficinas e rodas de conversa, abertas ao público. A exposição fica em cartaz até 25 de abril de 2026, de terça a sábado, das 10h às 17h, com entrada gratuita.