MP acusa Marcelo Crivella e mais 10 pessoas de improbidade administrativa e aponta pagamento de R$ 32 milhões em propina
Marcelo Crivella, ex-prefeito do Rio
Reprodução/TV Globo
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Polícia Federal tem Armação dos Búzios como alvo.
Polícia Federal
Grupo ligado ao crime em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio, está entre ...
21/01/2026 17:10
Grupo de Búzios é alvo da Operação Narco Azimut no RJ (Foto: Reprodução)
Polícia Federal tem Armação dos Búzios como alvo.
Polícia Federal
Grupo ligado ao crime em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio, está entre os alvos da Operação Narco Azimut, da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira (21). A ação investiga um esquema estruturado de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 39 milhões por meio de dinheiro em espécie, transferências bancárias e criptoativos, com ramificações no Brasil e no exterior.
Além de Búzios, os mandados judiciais foram cumpridos em outras cidades, incluindo São Paulo, onde a operação foi coordenada, além de outros municípios ainda não detalhados oficialmente.
As apurações apontam a existência de uma associação criminosa organizada, formada por investigados já citados em ações anteriores, com apoio de novos integrantes e empresas utilizadas para dar aparência lícita aos recursos.
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O grupo operava um sistema coordenado de movimentação financeira, incluindo transporte interestadual de valores, operações bancárias de alto valor e negociações com criptoativos, o esquema permitiu a circulação de grandes quantias ao longo do tempo, com indícios de ocultação e dissimulação da origem dos valores, segundo a Polícia Federal.
Por determinação judicial, foi decretado o sequestro de bens vinculados aos investigados, além da imposição de restrições societárias. Entre as medidas estão a proibição de movimentação empresarial e a vedação de transferências de bens móveis e imóveis considerados produto dos crimes apurados.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos. As prisões temporárias autorizadas pela Justiça foram efetivadas.
As investigações continuam, e os envolvidos poderão responder, em tese, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.