Jiboia é encontrada dentro do sofá de uma residência em Arraial do Cabo: vídeo
Jiboia é encontrada dentro do sofá de uma residência em Arraial do Cabo Uma jiboia foi encontrada dentro de um sofá em uma residência no bairro Sítio, em
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Humorista pai de menino morto em atropelamento na Tijuca reclama de falta de estrutura Em meio à dor pela perda do filho, o humorista Vinicius Antunes, pai do menino Francisco Farias Antunes, de 9 anos, que morreu ao lado da mãe em um acidente com bicicleta elétrica no Rio de Janeiro, fez um apelo por mais responsabilidade e melhorias estruturais na cidade. “Espero que as pessoas vejam isso e punam, se tiver que punir alguém. Mas o certo é que ele não vai voltar”, disse emocionado no enterro do filho. Ele criticou a falta de condições adequadas para a população e destacou o sentimento constante de insegurança: “O Rio de Janeiro não é uma cidade que a gente vive, é uma cidade que a gente sobrevive. Todo dia pessoas saem de casa e não voltam mais.” Ele reforçou a necessidade urgente de mudanças, cobrando mais segurança tanto no trânsito quanto na segurança pública. “Tudo isso é muito importante." 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Vinicius Antunes no enterro do filho, Francisco Rafael Nascimento/g1 Rio Amor pelo Vasco e pelo Botafogo Vincius também destacou a relação do filho com o futebol. O menino era torcedor do Vasco, mas tinha um carinho especial pelo Botafogo, clube onde jogava. “Ele era vascaíno, mas adorava o Botafogo também, jogava no Botafogo. A gente foi muito feliz, mesmo sendo vascaínos, a gente foi muito feliz”, contou. Vinicius também chamou atenção para as dificuldades enfrentadas no tratamento de saúde do filho, que era portador de diabetes tipo 1. Ele criticou a falta de suporte adequado no país para pacientes com a condição e relatou os altos custos envolvidos. “Meu filho era diabético tipo 1 e infelizmente no Brasil diabético tipo 1 ainda está muito à margem, a gente precisa melhorar o tratamento do diabético. Eu gastei muito dinheiro com o tratamento dele”, afirmou, reforçando a necessidade de mais acesso e políticas públicas voltadas ao cuidado com a doença. Ele fez um agradecimento especial ao Colégio Pedro II, ressaltando a estrutura oferecida e o cuidado da equipe de enfermaria, que acompanhava o filho no dia a dia. Para ele, todas as escolas deveriam estar capacitadas para receber estudantes com necessidades de saúde específicas. "Eu quero muito agradecer ao Pedro II, que é um colégio que tinha toda a estrutura para receber o meu filho. Eu quero agradecer as duas moças da enfermaria que cuidavam do meu filho, com diabete." Os corpos de Franciso e da mãe, Emanoelle Martins Guedes de Farias, de 40 anos, foram sepultados nesta quarta-feira (1º) no Cemitério da Penitência, no Caju, na Zona Portuária da cidade. Familiares e amigos se reuniram desde as 9h para se despedir das vítimas. Os caixões foram levados para capelas contíguas. Vinicius Antunes, o Cacofonias (de azul), no enterro do filho e da ex Rafael Nascimento/g1 Relembre o acidente Mãe e filho morreram após serem atingidos por um ônibus enquanto estavam em uma bicicleta elétrica na Rua Conde de Bonfim, na segunda-feira (30). O caso é investigado pela Polícia Civil, que apura as circunstâncias do acidente. Câmeras de segurança da empresa Gabriel registraram o acidente. As imagens contradizem a versão do motorista do ônibus e de testemunhas, que afirmaram que a família foi fechada por um carro preto. Esse veículo teria fechado ou até encostado na bicicleta. Vídeo mostra atropelamento que matou mãe e filho na Tijuca Emanoelle conduzia a bicicleta e levava Francisco na garupa. Por volta das 13h15, eles trafegavam pela faixa da esquerda da Rua Conde de Bonfim e passavam pela Rua Pinto de Figueiredo. Um ônibus verde, da linha 606, aparece saindo da faixa da direita para a esquerda, para desviar de um táxi parado perto da calçada. Quando parece ultrapassar a bicicleta, passando bem perto, Emanoelle e Francisco são cobertos na imagem pelo coletivo. Poucos segundos depois, mãe e filho ressurgem no vídeo, já caídos no chão e imóveis. Pessoas que estavam próximas correm para prestar socorro e isolar a área, enquanto o coletivo para alguns metros adiante. Nas câmeras de segurança, o carro preto que teria causado o acidente está sempre atrás do ônibus e, em nenhum momento, se aproxima da bicicleta. O automóvel freia após o acidente, mantendo distância, e só passa pelo ponto do atropelamento às 13h19, 4 minutos depois.