RÁDIO STYLLUS DIGITAL FAÇA SEU OFERECIMENTO AQUI

Pedir Música

Bate-papo

      Bem-vindo ao chat

      Últimas Notícias

      Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar mãe com tesoura em Volta Redonda

      Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar mãe com tesoura em Volta Redonda

      Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar mãe com tesoura em Volta Redonda Divulgação/Prefeitura de Volta Redonda Um homem, de 38 anos, foi p

      18 minutos atrás
      Fiscalização apreende 17 carrinhos com irregularidades nas praias de Cabo Frio

      Fiscalização apreende 17 carrinhos com irregularidades nas praias de Cabo Frio

      Fiscalização apreende 17 carrinhos irregularidades em Cabo Frio Divulgação Ao menos 17 carrinhos que utilizam gás liquefeito de petróleo (GLP) foram apree

      21 minutos atrás
      Acidente entre carro e moto deixa duas pessoas feridas na BR-101, em Angra dos Reis

      Acidente entre carro e moto deixa duas pessoas feridas na BR-101, em Angra dos Reis

      Acidente entre carro e moto deixa duas pessoas feridas na BR-101, em Angra dos Reis Divulgação/Rede Social Um acidente entre carro e moto deixou duas pessoas

      24 minutos atrás

      Polícia Civil diz que impediu ataques terroristas com bombas no Centro do Rio

      Protesto ligado a grupos que pretendiam usar bombas ocorreria em frente à Alerj, segundo a Civil Reprodução/TV Globo A Polícia Civil do Rio de Janeiro infor...

      Polícia Civil diz que impediu ataques terroristas com bombas no Centro do Rio
      Polícia Civil diz que impediu ataques terroristas com bombas no Centro do Rio (Foto: Reprodução)

      Protesto ligado a grupos que pretendiam usar bombas ocorreria em frente à Alerj, segundo a Civil Reprodução/TV Globo A Polícia Civil do Rio de Janeiro informou nesta segunda-feira (2) que uma operação impediu ataques terroristas planejados para o Centro da capital. Três pessoas foram presas. De acordo com a corporação, a ação foi resultado de um trabalho de inteligência da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI), que identificou grupos organizando manifestações antidemocráticas com o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov. A ofensiva recebeu o nome de Operação Break Chain. Segundo a Polícia Civil, dezenas de mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta segunda-feira em endereços na capital, na Região Metropolitana e no interior do estado, todos ligados aos investigados. Inicialmente, quatro pessoas eram alvo das medidas judiciais, mas, após novas informações levantadas pela inteligência policial, outros 13 suspeitos foram identificados ainda nesta manhã, o que levou à ampliação da operação com autorização da Justiça. As investigações começaram após a DRCI identificar grupos de mensagens e páginas em redes sociais criados para organizar atos antidemocráticos marcados para esta segunda-feira, às 14h, em vários estados do país. No Rio, o protesto estava previsto para acontecer em frente à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no Centro. Felipe Curi, secretário de Polícia Civil, explicou que o grupo vinha planejando atentados a bomba, tinham tutoriais de explosivos caseiros e tinham como objetivo atacar autoridades, repartições públicas e grandes eventos. “Esse grupo terrorista pretendia cometer uma sequência de ataques em vários eventos, não só aqui no Rio de Janeiro, mas em várias partes do Brasil”, afirmou o secretário. Embora se apresentasse como apartidário e anticorrupção, o grupo, que se autodenominava “Geração Z”, segundo a polícia, incitava e planejava atos de violência e terrorismo. As investigações apontam que os integrantes estimulavam ataques a estruturas de telecomunicações, prédios públicos, autoridades e centros políticos, com o objetivo de provocar pânico, desordem e caos social. Durante as apurações, os policiais encontraram conteúdos voltados à radicalização e ao confronto, além de materiais e orientações para a fabricação de artefatos incendiários improvisados, como coquetéis molotov, e bombas caseiras com bolas de gude e pregos, o que, segundo a polícia, representava risco concreto à população. Os investigados são suspeitos de crimes como incitação ao crime, associação criminosa e posse, fabricação ou preparo de artefato explosivo ou incendiário. De acordo com a Polícia Civil, todos tinham participação ativa nos grupos ligados ao Rio de Janeiro e atuavam no incentivo direto às ações violentas, inclusive na escolha de locais considerados sensíveis do cenário político fluminense. O delegado Luiz Lima, titular da Delegacia de Repressão a Crimes de Informática, afirmou que as pautas do grupo “Geração Z” eram genéricas: “Eram bandeiras genéricas como combate à corrupção, contra o caso do banco master, contra os governantes atuais, mas sem especificar se eram estaduais, federais”. “Era uma manifestação não pacífica que visava, segundo eles, incendiar o centro da cidade do Rio. O prédio da Assembleia Legislativa entre esses prédios”, afirmou o delegado. A Polícia Civil afirmou que as investigações continuam para identificar outros envolvidos. Felipe Curi (E), secretário de Polícia Civil do Rio; o chefe das especializadas, delegado André Neves e Thiago Neves, da Delegacia de Roubos e Futos Henrique Coelho/g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1