Taxista é assaltado durante corrida em Paraíba do Sul; suspeitos fugiram a pé
Um taxista de 54 anos foi assaltado na noite de terça-feira (27) durante uma corrida em Paraíba do Sul (RJ). O crime aconteceu na Rua Carlos A. Ferreira, no b
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Polícia conclui que jornaleiro desaparecido em Niterói foi morto pouco depois de ser sequestrado A Polícia Civil do RJ concluiu o inquérito que investigava ...
Polícia conclui que jornaleiro desaparecido em Niterói foi morto pouco depois de ser sequestrado A Polícia Civil do RJ concluiu o inquérito que investigava o desaparecimento do jornaleiro Eduardo Aguiar Ferreira, de 24 anos, ocorrido na Região Oceânica de Niterói em novembro do ano passado, e apontou que ele foi vítima de homicídio após ter sido sequestrado. Mesmo sem a localização do corpo, os investigadores denunciaram Thiago Bricio Nogueira e Rafael Gonçalves Pacheco por homicídio qualificado. Os dois suspeitos tiveram a prisão preventiva decretada e foram presos em dezembro de 2025. Eduardo desapareceu no dia 24 de novembro do ano passado, no bairro de Itaipu. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que ele foi abordado por três homens e forçado a entrar em um carro. Eduardo Aguiar Ferreira Reprodução/TV Globo Câmeras de segurança registraram o momento que Eduardo foi colocado dentro do carro em Niterói Reprodução/ TV Globo 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Dias depois do desaparecimento, o veículo usado no crime foi encontrado carbonizado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, o que reforçou a linha de investigação de que o jornaleiro foi morto após o sequestro. Segundo a Polícia Civil, o conjunto de provas reunidas ao longo da investigação permitiu a conclusão do inquérito e o indiciamento dos suspeitos, mesmo sem a localização do corpo da vítima. Eduardo Aguiar Ferreira trabalha como jornaleiro em Niterói Reprodução/ TV Globo Desde o início das investigações, os agentes trabalhavam com a hipótese de o crime ter sido motivado pela comercialização ilegal de cigarros. Segundo a polícia, Eduardo já atuava no mercado de cigarros contrabandeados há algum tempo, e a ação dos criminosos teria ocorrido devido a esse envolvimento com o produto. A reportagem tentou contato com as defesas de Thiago Bricio e Rafael Gonçalves, mas não obteve retorno até a última atualização. Thiago Bricio e Rafael Gonçalves presos suspeitos do envolvimento na morte de Eduardo Aguiar Reprodução/TV Globo