Moradores de Itaperuna reclamam das condições precárias das ruas
Moradores denunciam problemas estruturais em ruas do bairro Colibri, em Itaperuna Moradores do bairro Colibri, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, denunciam a
Bem-vindo ao chat
Moradores denunciam problemas estruturais em ruas do bairro Colibri, em Itaperuna Moradores do bairro Colibri, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, denunciam a
Um caminhão pegou fogo e interditou totalmente a pista de descida da Serra das Araras, na manhã desta quarta-feira (25), em Piraí (RJ). O caso aconteceu na a
Materiais entregues a polícia pela vitima de agressão Polícia Militar Uma mulher de 42 anos denunciou que foi agredida pelo companheiro, de 43 anos, no bair
PM agride alunos dentro de escola estadual na Zona Sul do Rio Um policial militar agrediu pelo menos 2 estudantes dentro de um colégio estadual na Zona Sul do ...
PM agride alunos dentro de escola estadual na Zona Sul do Rio Um policial militar agrediu pelo menos 2 estudantes dentro de um colégio estadual na Zona Sul do Rio de Janeiro, no início da manhã desta quarta-feira (25). Parte do episódio foi gravada e postada nas redes sociais (veja acima). O agente foi afastado pelo comando da corporação. O caso foi durante um protesto na Escola Estadual Senor Abravanel (antiga Amaro Cavalcanti), no Largo do Machado. Três jovens acabaram detidos. Nas imagens, o PM, que usava uma farda do Batalhão de Choque e seria um subtenente, aparece discutindo com a pessoa que gravava o vídeo. Na sequência, uma jovem de vermelho tenta intervir e pede para o militar “não encostar” nela. O policial, então, desfere 2 tapas no rosto dela, rasgando-lhe a camisa. Um colega dela se aproxima e tenta ajudar. O PM responde com um soco no rosto e o derruba. O militar volta à moça de vermelho e dá mais um tapa. O vídeo termina. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Momento em que o PM derruba um estudante com um soco Reprodução Como a briga começou Segundo a Associação Municipal dos Estudantes do Rio de Janeiro (Amesrio), movimentos estudantis foram convocados pelo grêmio da Senor Abravanel para um ato na manhã desta quarta. “Os representantes das entidades foram chamados pelos alunos para apoiar um abaixo-assinado pelo afastamento de um professor acusado de assédio”, disse a Amesrio. A associação afirma que a Secretaria Estadual de Educação autorizou o acesso dos representantes na escola, mas a direção da unidade os impediu de entrar e chamou a polícia. “Dentro da escola, houve agressões com tapas e socos. Do lado de fora, a violência continuou com spray de pimenta e cassetetes, e a presidente da AMES-RJ teve sua camisa rasgada antes de ser detida junto aos outros representantes”, detalhou a entidade. O PM autor das agressões Reprodução O que dizem as autoridades Nota da Polícia Militar “O comando da Corporação, diante da gravidade dos fatos contidos nas imagens captadas na referida unidade de ensino, determinou que a Corregedoria-Geral instaure um procedimento para apurar a conduta do agente de maneira imediata. O militar já foi identificado e será encaminhado à 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM). Nesse contexto, o policial foi preventivamente afastado do serviço das ruas. A Polícia Militar reitera seu compromisso institucional de atuar em defesa da sociedade e de sempre apurar com a atenção e transparência necessárias a conduta de seus policiais em serviço.” Nota da Secretaria Estadual de Educação “A Secretaria Estadual de Educação lamenta o ocorrido e reforça que não compactua com qualquer forma de violência no ambiente escolar, prática incompatível com os princípios que orientam a educação pública. A Seeduc prestará todo apoio aos estudantes envolvidos e seus familiares. A direção da unidade acionou a Polícia Militar durante um protesto de alunos de forma preventiva, com o objetivo de garantir a segurança de todos e preservar um ambiente adequado ao diálogo. A Secretaria destaca que toda atuação em espaço escolar deve respeitar rigorosamente os protocolos, os estudantes e o uso adequado dos procedimentos. A Seeduc reafirma seu compromisso com um ambiente escolar seguro, acolhedor e respeitoso para toda a comunidade.”