PF aponta influência de Rodrigo Bacellar no Executivo e ligação com empréstimos a frigorífico
PF aponta influência de Rodrigo Bacellar no Executivo e ligação com empréstimos a frigorífico Novos documentos da investigação da Polícia Federal obtido
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MP rejeita ação que pedia cassação do prefeito de Mangaratiba por suposto esquema eleitora O Ministério Público do Rio rejeitou uma ação que pedia a cas
MP rejeita ação que pedia cassação do prefeito de Mangaratiba por suposto esquema eleitora O Ministério Público do Rio rejeitou uma ação que pedia a cas...
MP rejeita ação que pedia cassação do prefeito de Mangaratiba por suposto esquema eleitora O Ministério Público do Rio rejeitou uma ação que pedia a cassação do mandato do prefeito de Mangaratiba, Luiz Cláudio de Souza Ribeiro (Republicanos), por um suposto esquema nas eleições municipais de 2024. A denúncia foi movida por Aarão de Moura Brito Neto (Progressistas), candidato derrotado no último pleito na cidade. Na ação, ele também pedia a inelegibilidade do vice-prefeito, Lucas da Silva Venito (PL). O caso foi mostrado pelo RJ2 em novembro de 2024. Segundo a ação, houve transferências ilegais de domicílio eleitoral e compra de votos. Só nos primeiros cinco meses de 2024, mais de 5,5 mil pessoas pediram à Justiça Eleitoral a transferência do título para Mangaratiba. Quase 1,5 mil desses pedidos foram negados por inconsistências nas informações. Aarão alegava que houve um aumento significativo no número de eleitores transferidos para a cidade nos dois anos que antecederam a eleição. Ele também apresentou depoimentos de testemunhas que teriam participado do esquema, além de prints de grupos de WhatsApp e conversas com supostos aliciadores. De acordo com a denúncia, eleitores de outras localidades recebiam R$ 100 para transferir o título para Mangaratiba e outras quantias para votar em candidatos específicos. Entenda: Prefeito de Mangaratiba ganhou com folga em seções criadas para novos eleitores Apesar disso, o Ministério Público considerou a ação improcedente. No parecer, a promotora Débora de Souza Becker Lima afirma que houve, de fato, um grande volume de transferências de domicílio eleitoral ao longo de 2024, mas diz que não ficou comprovado quem teria comandado o esquema. A promotora também destacou que a eleição foi decidida por uma diferença de 125 votos entre as chapas e afirmou que, embora tenha havido muitas transferências, não é possível apontar que apenas um dos lados tenha sido beneficiado. Segundo o MP, o próprio autor da ação apresentou aumento significativo no número de votos em comparação com eleições anteriores, o que indicaria que ele também foi beneficiado pelos novos eleitores. Em relação às provas, o órgão afirmou que há dúvidas sobre a validade dos depoimentos, com indícios de parcialidade entre testemunhas. O MP também apontou que uma das pessoas que denunciaram o esquema apresentou comprovantes de votação falsos. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Além da ação na Justiça Eleitoral, a Polícia Federal abriu, na mesma época, uma investigação criminal para apurar as denúncias. Procurado, o prefeito Luiz Cláudio de Souza Ribeiro disse que confia na Justiça. Aarão de Moura Brito Neto disse que recebeu com surpresa o parecer do MP pela improcedência e reiterou a confiança na Justiça.