Maricá divulga programação do Carnaval 2026 com 76 blocos e 13 palcos pela cidade
Maricá divulga programação do Carnaval 2026 com 76 blocos e 13 palcos Divulgação/g1 A Prefeitura de Maricá, na Região Metropolitana do Rio, divulgou a pr
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Sede da Cedae, no Centro do Rio Reprodução/TV Globo O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) aprovou, por unanimidade, em sessão nesta quarta-feira (4), uma i...
Sede da Cedae, no Centro do Rio Reprodução/TV Globo O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) aprovou, por unanimidade, em sessão nesta quarta-feira (4), uma investigação sobre os investimentos de R$ 218 milhões da Cedae no Banco Master, feitos em 2023. De acordo com o relator, conselheiro Rodrigo Nascimento, há indícios de irregularidades nos negócios da Cedae com o banco de Daniel Vorcaro. A denúncia que deu origem à análise do caso e levou à decisão pela investigação foi enviada ao TCE pelo deputado estadual Luiz Paulo (PSD). “Tendo em vista os substanciosos indícios de irregularidades, divirjo da sugestão do corpo técnico e formulo notificações aos responsáveis para apresentação de razões de defesa sem prejuízo de apresentação de documentos aptos eventualmente a justificar as aplicações financeiras realizadas", afirmou o relator. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça Em seu voto, o conselheiro do TCE também cobrou esclarecimentos da diretoria da Cedae sobre a ausência de acompanhamento das aplicações feitas pela companhia no Master. Veja os vídeos que estão em alta no g1 "Entendo que há fortes indícios da prática de graves irregularidades nas aplicações financeiras realizadas pela Cedae no Banco Master", disse o conselheiro em seu voto. A Cedae informou que vai prestar todos os esclarecimentos solicitados pelo TCE e afirmou que as aplicações seguiram rigorosamente as normas de compliance e governança. O conselheiro Rodrigo Nascimento, do TCE-RJ Reprodução/TV Globo Aportes de R$ 1 bi Quem primeiro chamou a atenção do governo do Rio de Janeiro com o Master foram os investimentos feitos do Rioprevidência no banco de Daniel Vorcaro. O Rioprevidência afirmou ter feito nos últimos anos aportes de quase R$ 1 bilhão em fundos do conglomerado de Daniel Vorcaro. A PF considera que essas operações financeiras, supostamente irregulares, “expuseram o patrimônio da autarquia a risco elevado e incompatível com sua finalidade”. O fundo estadual é responsável pelo pagamento de benefícios previdenciários a 235 mil servidores do RJ e seus dependentes, como aposentadorias e pensões. “A investigação, iniciada em novembro, visa apurar um conjunto de 9 operações financeiras, realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024, que resultaram na aplicação de aproximadamente R$ 970 milhões de recursos pertencentes à autarquia em Letras Financeiras emitidas por banco privado”, declarou a PF. O Master está em liquidação extrajudicial desde novembro, depois que o banco central apontou insolvência e suspeitas de fraude. A PF apura suspeitas de gestão fraudulenta, créditos falsos e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. Na terça-feira (3), a Polícia Federal e a Rodoviária Federal prenderam o ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes após retornar dos Estados Unidos. Deivis desembarcou no Aeroporto de Guarulhos e alugou um carro para seguir ao Rio de Janeiro. No trajeto, ele foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Itatiaia e encaminhado à delegacia da Polícia Federal em Volta Redonda, de onde será levado ao Rio. O advogado foi preso durante a segunda fase da Operação Barco de Papel, deflagrada pela PF, que cumpriu 3 mandados de prisão temporária e 9 de busca e apreensão no RJ e em SC.